Desmontei eu mesmo algumas partes do carro e não encontrei defeito, fusiveis e relês todos trocados e nada de funcionar, mas graças a Deus não estraguei mais nada. Seguimos viagem sem arrumar o carro, agora para El Calafate. Deram o titulo para a cidade errada, o fim do mundo é aqui. O vento levanta uma camada de poeira que parece neblina, só que marrom. Ao descer a serra temos uma visão do Lago Argentino e de quebra vento forte e constante.
Como ja tinhamos sofrido na noite anterior procuramos um bom lugar, encontramos varios a preços razoáveis mas lotados. Saimos fora do centro e encontramos um bom hotel que tambem é uma escola de produtos de panificação. Aqui tivemos um dos melhores cafés da manhã. Era o meio da tarde ainda, então descansamos bem. Encontramos aqui um mexicano que veio de carro! Mas não entendemos boa parte do que disse.
A noite (que aqui é dia), percorremos a pé o centro da cidade atrás de um bom jantar. A gastronomia aqui é bem variada com boa quantidade de restaurantes, a grande maioria de alto nível. Escolhemos a Vaca Atada, estava cheio e por sorte tinha uma mesinha sobrando. Aqui jantamos ao lado de um casal de mexicanos muito gentis, logo ali uma porção de japoneses e do outro lado acho que eram holandeses, a globalização está bem adiantada na Argentina.
Nenhum comentário:
Postar um comentário