Estacionamos e o guarda (sorridente tipo o Antonio da serralheria) carros me deu um papel, dizia não esqueça de deixar uma propina, algum brasileiro já deve ter explicado e ele viu que somos do Brasil, eu ri com ele. Compramos as passagens e lá fomos para mais um passeio de catamarã.
Já nos primeiros minutos do passeio, subimos ao andar superior aberto e notei muitas pessoas agitadas segurando bolachas água e sal. Era para dar para as gaivotas, elas vem comer na sua mão, por isso o alvoroço. Tudo é muito rápido, não consegui fotografar, filmar sim.
Primeira parada, Bosque de Los Arrayanes, umas árvores diferentes, geladas ao toque e ao que parece só existem aqui e em Israel ou algo assim. Estimasse que algumas tenham mais de 700 anos, ou algum numero grande. As instruções foram em espanhol.
Segunda parada Ilha Victoria, teria caminhada de 6 km e de 1 km, optamos pela ultima e assim tínhamos 2:30 horas livres. Entramos no restaurante da ilha onde pegamos almoço para 2, pagamos como se fosse para 4 e comemos em 3. O cardápio, tomate, milho, alface, arroz frio, frango mal frito e um file bem fininho a milanesa. Nem vou mencionar o preço, que saudade da Suprema.
Descansamos sob arvores imensas, sequóias importadas dos EUA a mais de 80 anos e que formam um corredor. Caminhamos por uma trilha até um píer, aqui tem um hotel no alto da montanha todo em madeira, as janelas posso afirmar que são de PVC.
Ao que parece a ilha foi cedida por 99 anos, isso em 1902, para um inglês que não entendi o nome, para exploração de madeira, como a maior parte das arvores aqui plantadas são para uso comercial, restou pouco da vegetação original. O plano é substituir gradativamente as arvores importadas pela vegetação nativa, deve levar mais 30 anos pela narração do guia. As arvores são imensas e será uma perda derrubá-las. Foi um bom passeio, tiramos muitas fotos.
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