sábado, 3 de janeiro de 2009

Dia 13



Saímos da cabana após tomar café da manhã com o que tínhamos em mão. Seguimos para o Parque Nacional Los Alerces, enorme e com vários locais próprios para camping e algumas pousadas. Andamos vários km até a entrada onde pagamos $20,oo por adulto para entrar pela Portada Sur, valor valido para permanecer até 48 horas no parque.



Chegamos a uma Bahia onde tiramos algumas fotos e encontramos uma trilha bem legal que percorremos uma boa parte, e mais fotos, aqui encontramos um pessoal que levou um bote motorizado. Seguimos pela estrada que corta o parque no sentido sul/norte. Encontramos uma ponte suspensa sobre um rio com tom maravilhoso de verde e atravessamos, percorremos outra trilha, uns 2km a pé.





Voltamos para o carro com aquela fome, reviramos nossa despensa e o que parecia resto ficou de repente muito apetitoso, comemos tudo que sobrou do jantar de ontem, na garrafa mesmo pois não trouxemos pratos nem talheres, temos apenas uma colher que seqüestramos do hotel, prometo devolver o dia que voltarmos a Ushuaia.



O restante do parque apenas avistamos da estrada mesmo, parece muito bom para acampar, nadar, pescar, mas para nós estava na hora de seguir viagem. Vários km pelo rípio de péssima qualidade, agora em direção de San Carlos de Barilhoche passando por El Bolson, esta ultima até se revelou uma cidade bonita, mesmo assim passamos direto.

A partir de El Bolson já estamos fora da Patagônia e também sem o combustível mais barato. A gasolina super que pagávamos $2,19 custa em media $2,98, uma diferença absurda. A gasolina comum a $1,67 já era passado distante.

Alguns km antes de Bariloche, encontramos muitos argentinos nas laterais da estrada de divertindo nos lagos, isso dá uma idéia do calor que está aqui.
A intenção era chegar o mais rápido a Bariloche, estávamos ansiosos para conhecer esta cidade e foi decepcionante quando finalmente a alcançamos, a parte sul da cidade é muito feia e suja. Seguimos para a parte central que é bonita, mas tiramos poucas fotos. Com o calor e o transito pesado, além do que os argentinos cortam sua frente sem cerimônia, algo que aprendi rápido, estávamos aborrecidos com a cidade.

O pior são os hotéis muito caros e ainda os que gostamos estavam lotados. Seguimos para a região mais retirada e mesmo assim ainda muito caro, porém com hotéis excelentes. Já estava estressado e entrei num hotel mais antigo em uma grande propriedade, aqui o valor estava adequado e ainda atendido pelo filho do proprietário.

Como varias pessoas nos indicaram o Restaurante Rincón Patagônico fomos atrás, mais uma decepção, estava fechado, mas a decisão era jantar bem e paramos em vários restaurante no caminho, todos fechados. Encontramos um bem bacana, porém ainda não estavam servindo jantar. Com a fome que estávamos não dava para esperar, então melhor o supermercado, que surpresa, nem um único tipo de pão, comprei sorvete mesmo.

Foram tantos contra tempos que irritados decidimos sair da cidade na manhã seguinte.

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